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Comportamento

   

Escrito por Revista Staff

Cães também envelhecem.

Todos os idosos necessitam de cuidados especiais.

Todos os idosos necessitam de cuidados especiais, sejam animais ou humanos. Os impactos da terceira idade nos pets são semelhantes aos encontrados nas pessoas, por isso, é importante o dono do cachorro perceber estas mudanças, fornecendo suporte necessário para uma velhice saudável de seu bichinho de estimação.

Com a chegada da terceira idade, o organismo do animal passa por algumas modificações. Seu corpo produz menos calor e ele tem a tendência a engordar, além disso, ao passo que envelhece, o cão fica suscetível a doenças, dores e mudanças de comportamento..

A velhice varia de acordo com o porte do bicho de estimação, cães menores envelhecem mais tarde e vivem por mais tempo, enquanto os maiores têm uma expectativa de vida menor e começam a apresentar os sinais da elevada idade entre cinco e oito anos. Porém, com o avanço das pesquisas e os cuidados veterinários, a expectativa de vida está aumentando e eles estão vivendo por mais tempo.

Muitos cães possuem artrose e dores nas articulações, mas nem por isso eles devem deixar de fazer exercícios. As atividades físicas devem ser mais brandas e curtas e sempre estimuladas através das brincadeiras que ele goste de praticar. No caso de problemas articulatórios, é importante colocar alguma superfície fofa onde ele deita-se, para diminuir a pressão nas juntas ósseas.

A alimentação também deve ser monitorada e específica. A ração ideal para cães idosos é vendida no mercado com o nome de “Senior”. Elas possuem menor teor de gordura, mais fibras, menos proteínas e grãos fáceis de quebrar. A ingestão de água também deve ser observada, pois quando ela acontece em excesso e é concomitante a um aumento de urina, pode ser sinal de diabetes.

Para manter uma velhice saudável e prolongar o tempo de vida do cachorro é importante a dedicação do dono. O animal deve ser levado ao veterinário a cada seis meses, bem como, fazer todos os exames para detectar alguma alteração em seu organismo. Além disso, amor e carinho são essenciais, para que ele não se sinta abandonado e apresente sinais de depressão, que são muito graves na terceira idade.

Outra área de preocupação dos donos de cães idosos deve ser a saúde bucal. A partir de uma certa idade, em especial nos de pequeno porte, o tártaro dentário tende a acumular-se entre os dentes e as gengivas causando a periodontite ou doença gengival. Com a evolução do tártaro instala-se o mau hálito (primeiro sintoma que os donos percebem), a infecção bacteriana e a queda progressiva dos dentes. Pior, as bactérias podem invadir a corrente sanguínea através de hemorragias e isso pode conduzir a infecções generalizadas, atacando especialmente os rins, fígado e coração.

Outro problema comum aos cães idosos é a artrite. Trata-se de uma doença dolorosa e debilitante, que deve ser diagnosticada e tratada adequadamente pelo médico veterinário. É um grande erro medicar por conta própria com analgésicos humanos porque muitos deles são altamente incompatíveis com o metabolismo canino.

O envelhecimento canino é muito difícil, tanto para o cão como para o dono. Se você facilitar as coisas, a vida de ambos será muito mais feliz.

7 conselhos para uma velhice feliz


1) Entenda os sinais da idade: Cães grandes entram na terceira idade aos 6 anos e os menores por volta dos 8 anos.

2) Escolha uma ração especial: Compre uma ração para animais idosos, que contenha fibras e vitaminas. O mercado tem opções bem acessíveis.

3) Fique atento às mudanças: Como acontece com a gente, a visão e a audição do bicho pioram com a idade. Chame-o mais alto, evite mudar os móveis de lugar e, se tiver piso frio, coloque um tapete antiderrapante, assim, ele não força os ossos.

4) Vá mais ao veterinário: Mesmo que esteja tudo bem com seu cão, leve-o ao veterinário duas vezes ao ano. Essa prevenção é fundamental para manter bem longe os maiores inimigos dos velhinhos: gengivite, câncer, insuficiência renal e cardíaca, artrite, diabetes e catarata.

5) Mantenha a rotina: Se o animal está acostumado a passear e brincar, siga com essas atividades, mas diminua o percurso e caminhe sem pressa. Se quiser brincar, jogue a bolinha mais perto e menos vezes. Ao escovar o pelo dele, fique de olho em caroços (nódulos) na pele.

6) Capriche no conforto: É normal: seu cão ficará mais tempo deitado. Por isso mantenha a caminha dele em lugar quente – e garanta que ela esteja bem fofinha. Se perceber que ele se abaixa com dificuldade, deixe as vasilhas de água e comida um pouco mais altas.

7) Tenha paciência: Respeite o novo ritmo de seu cão e seja paciente com os erros dele. Carinho é tudo para uma aposentadoria feliz!!


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